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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Plenária Popular discutirá separatismo


Nesta segunda-feira, 31/10, às 19 horas, se realizará uma ampla PLENÁRIA POPULAR para ouvir propostas, esclarecer dúvidas e fortalecer o movimento pela NÃO DIVISÃO do Estado. Já confirmaram participação diversas lideranças políticas, sindicais, religiosas e comunitárias, e redes sociais. A plenária será realizada no Auditório da Igreja Anglicana - End. Av. Serzedelo Correa, 514 entre Gentil e Conselheiro Furtado (em frente ao Cemitério da Soledade).
Fonte: http://eduardojmcosta.blogspot.com/ 



"Vamos lá Juventude, é preciso ficarmos atento sobre esse assunto e votar certo dia 11/12 é Não e Não Ninguém Divide o Pará" Daniel Mescouto. Twitter Oficial Contra a Divisão do Pará @PAsempreGRANDE segue lá!



domingo, 30 de outubro de 2011

II Marcha Popular Contra a Divisão do Estado do Pará

Aconteceu hoje a 2ª marcha contra a divisão do estado do Pará em Belém, organizada principalmente pela juventude e as redes sociais. 

Foto Divulgação do Twitter @PAsempreGRANDE feita por Jhonny Saulo 

Proposta essa que é movida por interesses de grandes mineradoras, madeireiras, latifundiários e de oligarquias políticas locais, cujo objetivo é a exploração dos minérios do nosso rico subsolo paraense, do desmatamento das florestas, do cultivo em larga escala de soja e criação de gado e da implantação de empresas do agronegócio na nossa região. Divisão essa que só vem explorar cada vez mais o nosso povo e enriquecer cada vez mais a burguesia. E nós da juventude rebelião paraense dizemos não e não a essa divisão. E sim a Divisão das nossas riquezas com o Povo! - Jaquelliny Lopes.


"NÃO NÃO NÃO, NÃO A DIVISÃO, O PARÁ É NOSSO E NÃO ABRIRMOS MÃO"
O Povo do Pará mostrando que sabe fazer bonito mais uma vez, é isso ai!!


Agradecemos a quem participou conosco, Quer saber mais segue o Nosso Twitter Oficial contra a Divisão @PAsempreGRANDE 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estão Proibidos de Votar





Quem está proibido de votar?

Estamos todos proibidos de votar sem consciência, essa é a realidade.

Por quê? Responda: você lembra os nomes dos vereadores que você votou nas últimas eleições e os motivos para eles merecerem o seu voto?

Poucos lembram.


Além disso, hoje, as informações sobre o que é votado na câmara municipal de Belém não estão disponíveis em nenhum meio. É impossível ao cidadão comum saber qualquer coisa sobre o vereador que ele ajudou a eleger e o que ele tem feito ou proposto, pois o site da câmara dos vereadores (principal meio para a difusão e pesquisa das informações) está fora do ar. E a Tv Câmara foi cortada por contenção de despesas.

E uma vez que a Câmara se torna inacessível, nenhum voto ou proposta precisa de justificativa. Dessa forma, projetos ilegais são votados e projetos desnecessários, que por vezes são ridículos, enchem a pauta; e as leis importantes são chutadas pra escanteio.

E sem a verificação e o acompanhamento, se tornam fáceis as negociatas e abusos de poder por quem deveria legislar pelo e para o povo.

Neste momento, há um ano da eleição, estamos fadados ao voto aleatório e de ocasião – o voto com o santinho que aparece na última hora, aquele papelzinho com a foto do primo do seu amigo que você não sabe o que pensa, nem sequer as suas propostas.
Hoje, esse é o único voto que nos resta.

O projeto

O “Estão Proibidos de Votar” é um projeto colaborativo de acompanhamento das principais votações da Câmara Municipal de Belém, onde qualquer um poderá ajudar a participar da construção coletiva dessa ferramenta de informação – seja entrevistando, fotografando, filmando, produzindo, compartilhando ou mesmo se fazendo presente no plenário.

Da forma que você puder e dentro do que seu tempo permitir, doe uma ação, de qualquer tamanho, a essa idéia. Acompanhe os votos e as justificativas dos vereadores. Divida sua opinião com seus amigos, debata sobre os temas expostos.

Ninguém pode nos proibir o direito ao voto consciente.


Fonte: Proibidos de Votar

terça-feira, 25 de outubro de 2011

“Os povos indígenas estão ameaçados”

Sheila Juruna pertence ao grande povo juruna e é componente do Movimento Xingu Vivo, símbolo da resistência à construção da Usina de Belo Monte. Mulher e guerreira indígena, tem levado o grito do Xingu Vivo em atos, palestras e debates pelo Brasil, sempre defendendo as florestas, os rios e a vida na Amazônia. No dia 30 de junho, Sheila foi homenageada na Assembleia Legislativa do Pará com a medalha de Honra ao Mérito. Durante a cerimônia, concedeu entrevista exclusiva ao jornal  


A Verdade  – Faça um breve relato sobre sua etnia.

Sheila Juruna - O povo juruna é um povo que vem sofrendo muito em decorrência dos grandes projetos, principalmente na época dos grandes seringais, com a abertura da Transamazônica. Nós sofremos impacto direto com a perda do nosso território e com a dizimação do nosso povo, que foi dado como extinto. A principal luta no momento é a questão do nosso território, que está para ser demarcado e reconhecido, mas é uma situação que tem sido prolongada devido à falta de interesse do governo em resolver.

Quais os principais problemas enfrentados pelos indígenas com a construção da usina de Belo Monte?
A questão de Belo Monte já vem sendo discutida há muitos anos, e nós povos indígenas da região nos sentimos ameaçados diretamente com esse empreendimento porque trará muitos impactos ambientais e sociais para nosso povo, principalmente nossos parentes jurunas, que moram na boca grande do Xingu. Serão cem quilômetros de rio seco, e, além do impacto ambiental, haverá um impacto direto sobre nossa população do ponto de vista social e cultural. Já estamos sendo ameaçados diretamente na nossa área que não é demarcada, sofrendo com medo de as empreiteiras invadirem nossas aldeias e outras consequências graves desse empreendimento.

Qual o interesse do governo federal em construir essa usina? 
O governo federal demonstra que tem vários interesses além do crédito político, interesse no capital – e por detrás de Belo Monte tenho certeza de que estão as grandes mineradoras, que estão aí para tirar o que é nosso, tirar nosso minério, tirar as nossas riquezas que estão localizadas na volta grande do Xingu.

Como os povos indígenas esperam impedir a construção da usina?
Para poder impedir a construção, só com muita luta e com muita união entre todos os povos – não só os povos indígenas, mas todos os ribeirinhos, agricultores, pescadores, todos aqueles que estão sendo impactados diretamente com esse megaprojeto. Juntos poderemos impedir, com certeza, esse empreendimento.


Fernanda Lopes e Renan Lobo, Belém

Conheça:

Mineradoras e agronegócio querem divisão do Pará

No próximo dia 11 de dezembro a população do Estado do Pará decidirá sobre a proposta de criação de mais dois Estados – Carajás e Tapajós – e a consequente diminuição da área territorial do Estado. Os debates já estão ocorrendo, e o clima é acalorado. Para grande parte da população paraense, os interesses que movem a proposta de divisão não aparecem. Os defensores da criação dos dois novos Estados alegam que o governo e a administração central concentrada em Belém são o fator principal dos graves e inúmeros problemas vividos pela população que reside nas regiões Sul e Oeste, e que a distribuição das riquezas produzidas no Estado beneficiam a população que reside nas cidades próximas à capital.
 
Na verdade, a proposta de divisão é movida por interesses de grandes mineradoras, madeireiras, latifundiários e de oligarquias políticas locais, cujo objetivo é a exploração dos minérios no rico subsolo paraense, do desmatamento das florestas, do cultivo em larga escala de soja e criação de gado e da implantação de empresas do agronegócio na região.

Atualmente o Pará é o segundo maior Estado da Federação, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados e uma população de 7,5 milhões de habitantes. Esse contraste entre a extensão física e a população que o ocupa também é uma das alegações utilizadas para defender a partilha do Estado, já que, segundo os defensores da divisão, esta situação vem dificultando o aproveitamento das riquezas naturais da Amazônia e a maior integração econômica da região com o desenvolvimento do restante do país.

O território do Pará abriga em seu subsolo extensas jazidas minerais: é o maior exportador mundial de minério de ferro, o 3º maior produtor internacional de bauxita, significativo produtor de caulim (o de melhor qualidade do mercado para papéis especiais) e de alumínio, e possui crescente participação em cobre e níquel, além de ouro. Com a exploração desses recursos, o Pará se tornou o 2º Estado que mais fornece divisas ao Brasil, transformou-se no 5º maior produtor de energia (e o 3º maior exportador de energia bruta) do Brasil, o 2º maior minerador nacional e no 5º maior exportador geral do pais. De cada 10 dólares recolhidos pelo Banco Central, 70 centavos são provenientes do Pará.

Em compensação, essa riqueza não tem sido revertida para a melhoria das condições de vida de sua população, pois o estado é o 16º em desenvolvimento humano e o 21º em PIB/per capita, amargando o título de um dos mais pobres da federação. Em outras palavras, as riquezas produzidas pelo povo paraense beneficiam somente as mineradoras, o agronegócio, os latifundiários e os políticos corruptos, enquanto sua população sofre de doenças graves, de miséria e pobreza extremas, além de ser uma das regiões mais violentas do mundo. Essa situação não é vivida apenas por quem mora nas regiões Oeste e Sul do Estado, mas se apresenta nos grandes bolsões de miséria da Região Metropolitana de Belém e das cidades que têm na sua atividade principal a exploração de minérios, como Marabá e outras localizadas na região Sul do Estado.

Divisão pode aumentar devastação da Amazônia
Do ponto de vista ambiental os impactos poderão ser ainda maiores. A criação de um possível Estado do Tapajós acarretaria o fim da lei que determina a existência de unidades de conservação nas áreas de florestas virgens milenares, lei que atualmente vigora no Pará, proibindo as derrubadas e o desmatamento da floresta, garantindo a preservação da fauna e da flora, o equilíbrio e a diversidade da Amazônia.
O surgimento do novo Estado do Tapajós traria junto a discussão de promover o “desenvolvimento” numa região com pouca densidade demográfica e extensa área de florestas nativas. No lugar da floresta, plantação de soja e gado: essa seria a atividade econômica a ser desenvolvida no novo Estado. Além disso, Tapajós ficaria com a produção de energia, já que na região Oeste estão localizados extensos rios. Pela proposta de divisão do Pará, o Tapajós teria como sua principal base econômica o setor energético –  que inclui a Usina de Belo Monte e o complexo hidrelétrico Tapajós.

Para derrotar o projeto de divisão, milhares de pessoas estão se mobilizando e se preparando para a campanha eleitoral. Os segmentos políticos da burguesia vêm promovendo uma campanha despolitizada, colocando como centro do debate o regionalismo e suas variantes. Até o momento, essas questões econômicas e os interesses das mineradoras, dos latifundiários e do agronegócio não entraram na pauta; cabe aos movimentos sociais e populares  levantar esses temas e organizar mobilizações para defender um Pará com justiça social, em favor dos trabalhadores e contra a espoliação de mineradoras e latifundiários.


Fernando Alves, Redação

 Conheça:

Os piores insetos do mundo

Os seres humanos adoram pensar que são os donos do mundo. Mas a verdade é que nós somos apenas mais uma das centenas de milhares de espécies que vivem na Terra - incluindo todos os tipos de insetos.
Estima-se que existam 1.5 bilhões de seres rastejantes para cada ser humano e, embora nesse número estejam incluídas as graciosas borboletas, também estão os insetos perigosos. Confira a galeria a seguir!


Mosca da berne



 Embora a mosca macho seja inofensiva, a fêmea é muito perigosa. Ela escolhe um local quente e úmido para colocar seus ovos e, por isso, ferimentos sem proteção podem virar um ninho das larvas desse tipo de mosca.


Barbeiro

 O barbeiro, comum na América do Sul e América Central, tem uma tromba para sugar o sangue de suas vítimas. Isso não seria problema tão grave, já que os pernilongos também fazem isso. O perigo está nos parasitas que o barbeiro carrega em seu corpo e que passam para a corrente sanguínea das vítimas. O mal de Chagas ataca vários órgãos do corpo humano, principalmente o coração. 

Besouro


A família Coleoptera, dos besouros, possui mais sete mil espécies. Muitas produzem uma substância chamada cantharidin. Essa secreção pode ser muito últil para remover verrugas. No entanto, se administrada em quantidade errada, pode até matar um cavalo adulto.


Pulgas


 Embora sejam muito pequenas para serem vistas a olho nu, as pulgas que andavam nas costas dos ratos dizimaram um terço da população europeia entre os anos de 1348 e 1350. Para a nossa sorte esses insetos preferem o sangue dos animais do que o dos humanos!

Formigas selvagens

 Restritas ao continente africano e em alguns lugares da Ásia, as formigas selvagens, também conhecidas como formigas militares, normalmente vivem em colônias com mais de 20 milhões de indivíduos. Uma mordida dessa formiga é extremamente dolorosa, mas os estragos que ela pode fazer são muito piores: já existiram casos em que essas formigas dizimaram crias inteiras de pequenos animais em fazendas.

Formigas de fogo

 O nome dessas formigas deriva da sensação que o veneno do inseto causa no corpo humano. Embora a mordida seja dolorida, essas formigas vegetarianas não são agressivas a menos que se sintam ameaçadas. Uma formiga de fogo é capaz de expelir 1500 ovos em um único dia.


Mosca Tsé Tsé

  Normalmente confundidas com moscas comuns, a tsé tsé é responsável pela 'doença do sono'. Os sintomas começam com uma gripe e depois a vítima entra em coma. Hoje esse mal mata mais de 25% da população da África Sub Saariana.

 

 

Vespa asiática

Também conhecida como vespa gigante japonesa, esse inseto pode chegar a ter três dedos de comprimento e causar tanta dor quanto nenhum outro inseto no planeta. Uma das vítimas da mordida da vespa disse que a sensação é igual ter uma agulha quente dentro da perna. No entanto, a larva da mosca asiática é usada pela culinária asiática em cima dos famosos bolinhos de arroz (sushi).

 

Abelha africana

 As abelhas africanas híbridas foram resultado de uma combinação de genes feita pelos cientistas. No entanto, elas têm uma forte tendência à agressividade e não são muito produtivas.




Mosquito

 

Sem sombra de dúvidas os mosquitos são os animais que mais mataram seres humanos do que qualquer outro. Basta lembrar de quantas epidemias são causadas por esses insetos: malária, dengue, elefantíase e muitas outras.

FONTE: MSN

A celebração do aniversário do Dia das Nações Unidas (ONU) realizada hoje (24) em Brasília foi dedicada à preparação da Rio+20. A sustentabilidade e a Conferência Rio+20, foram o assunto da solenidade que comemorou o aniversário de 66 anos da ONU. O coordenador da ONU no Brasil, Jorge Chediek, abriu o evento falando sobre a conferência.

“A preparação da conferência ocorre em um momento complexo, quando, de muitos lados, vem sendo questionada a capacidade das organizações multilaterais de oferecer soluções para os problemas globais, em que há a crise econômica, o aumento do desemprego e da desigualdade, os conflitos armados e a violação de direitos humanos, as mudanças climáticas, entre tantos outros”, disse Chediek.

O coordenador também anunciou a construção do primeiro edifício do complexo que hospedará a Casa da ONU em Brasília no Setor de Embaixadas Norte. O contrato foi assinado na semana passada.

Chediek disse que assim como a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento de 1992, conhecida como Rio 92, o evento do ano que vem pode representar uma mudança significativa na consciência global, na relação entre desenvolvimento e proteção do meio ambiente. “Temos a esperança de que a Rio+20 represente um novo marco para a humanidade, afirmando um acordo global que garanta a sustentabilidade ambiental, a equidade e o desenvolvimento humano”.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, finalizou a solenidade. “O Brasil virá com a proposta de uma economia verde inclusiva e isso nós estamos esperando compartilhar com os outros países e com outras sociedades, de tal maneira que nós temos a plena convicção de que é possível sim promover a inclusão social, promover a estabilidade econômica e promover sustentabilidade ambiental”.

A ministra falou também sobre os desafios do governo “Temos certamente um desafio que é erradicar a pobreza no Brasil, a extrema pobreza que está agora também sendo um desafio também como as questões ambientais, e o Brasil lançou o Bolsa Verde”.

A Rio+20 ocorrerá no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5 e 6 de junho de 2012 e marcará o 20° aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Unced) organizada em 1992 e o décimo aniversário da Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável 2002 que ocorreu em Johanesburgo.

Fonte:  Agência Brasil

domingo, 23 de outubro de 2011

Sua Internet é Verde?

Muita gente ainda acha que as questões ambientais estão distantes de nós, habitantes das cidades, e são exclusivos das florestas, oceanos, desertos. Mas você já parou pra pensar que tudo o que fazemos – exatamente tudo – gera impacto na natureza?




Resumindo, a conta fica mais ou menos assim:


- a cada 100 buscas feitas no Google, 20g de CO2 são emitidos na atmosfera;


- três dias contínuos de exibição de vídeos no Youtube correspondem a 3 quilos de CO2.


- cada usuário do Gmail gera 1,2 quilos de CO2.


 


Mas o Google garante que, no futuro, toda a sua energia virá de fontes renováveis. Além disso, a companhia lançou o Google Green, site que informará aos usuários o quanto de energia é gasta com a navegação na internet: “Nosso processo de aprendizagem é contínuo. Mas as perguntas que fazemos – e as repostas que descobrimos – nos aproxima de uma verdadeira sustentabilidade”. Para acessar, clique aqui.


Fonte: Consciência Ampla

Prédio em Taiwan deve ser o Mais Verde do Mundo

Conscientização das mudanças climáticas ea necessidade de proteção ambiental, Taiwan Torre vai se tornar o novo marco da sustentabilidade, 100% auto-suficiente com emissão zero de CO2, contribuindo para as políticas do governo em termos de poupança de energia e redução de emissões de carbono.

 Modelo internacional do edifício verde do século 21, o projeto inovador e pioneiro do Bionic Arch por Vincent Callebaut Arquitetura faz parte do novo plano diretor "Taichung Gateway - Gateway City Active", o oásis futuro urbano de estilo de vida, inovação, cultura e da biodiversidade no coração do Central Taiwan.
A torre verde combina e supera as nove principais indicadores a definição de um edifício verde por lei, e intensifica a relação entre o canteiro de obras e arredores Taichung Gateway Park, incluindo uma integração ambiental do parque e da terra verde, a integração de plataformas verticais verdes , céu jardins e fachadas de vida, interação entre os ambientes humanos e naturais. Ela contribui ativamente para o desenvolvimento do uso de novas energias sustentáveis ​​(solar e eólica energia gerada, juntamente com botânicos e bio-tecnologias), enfatiza a convivência ea atitude respeitosa para alcançar padrões ainda mais elevados do que regular edifícios verdes. 



 Para ver mais fotos, clique aqui.


FONTES:





Cidades do futuro vão ter sistema operacional próprio

Sistema coletará dados de sensores espalhados por toda a cidade e ajudará governantes a tomarem decisões mais inteligentes

Versão gráfica do projeto do UrbanOS// Crédito: Divulgação 

 Um sistema chamado Urban OS quer ser a solução para cidades pequenas organizarem o fluxo de trânsito, vagas nos hospitais, temperaturas em ambientes fechados, estado de obras, entre outros serviços voltados para a sociedade.
Criado pela start-up Living PlanIT, o software deve funcionar do mesmo modo que os sistemas operacionais usados em nossos computadores (Windows, Mac OS X, Linux). O objetivo, de acordo com a companhia, é colher dados em tempo real da cidade, organizá-los e com isso ajudar os governantes a tomar decisões de modo mais rápido e econômico.
A tecnologia requer uma grande operação: diversos sensores seriam espalhados pelas ruas – sob o asfalto, no alto de postes, em estabelecimentos comerciais – e enviariam os dados colhidos para uma central. A partir disso, o sistema organizaria as informações por categorias, as quais somente as autoridades teriam acesso.
Com o Urban OS integrado aos sensores em tempo real, será possível saber, por exemplo, qual via está mais engarrafada, que posto de saúde possui mais vagas ou ainda se houve algum incêndio. O sistema, então, pode resolver o problema por conta própria (diminuindo o tempo de um semáforo, no caso de trânsito congestionado) ou informar ao gestor onde está o problema e apontar para uma solução (enviar um carro policial para uma área e verificar o ocorrido, outro exemplo).
O projeto também se prepara para suportar aplicativos de terceiros – como se fossem os “apps” de smartphones. Isso significa que desenvolvedores independentes poderão construir seus próprios programas para fornecer algum tipo de informação ao sistema – ou para oferecer algum tipo de serviço relacionado – criando novas oportunidades de negócio.
A tecnologia dos sensores é feita pela McLaren Electronic Systems, a mesma dos carros de Fórmula 1. Outras empresas, como Cisco e Deutsche Telekom, estão ajudando nas pesquisas.
A previsão é que o Urban OS seja testado pela primeira vez em Portugal, ano que vem. Pela complexidade de instalação envolvida no sistema, deve ser implantado, a princípio, apenas em cidades de pequeno porte. 
 
 

Conheça a Criança do Futuro

O vídeo abaixo, produzido pela UNICEF, órgão das Nações Unidas dedicado à defesa da Infância,  sugere reflexões sobre a adaptação da Humanidade aos efeitos das mudanças climáticas.
De forma lúdica e criativa, o filme mostra crianças com pés especiais, que suportarão a temperatura elevada dos solos, pele inflável, para boiar em dias de chuvas, e cabeça de guarda-sol, que fará a proteção nos dias mais quentes. Veja:


É claro que as características evolutivas da humanidade, exibidas no vídeo, não passam de brincadeiras. Mas, como as mudanças climáticas já parecem bem presentes em nosso cotidiano, vale a reflexão sobre o que desejamos para o futuro. Pense nisso!


 FONTES:



sábado, 22 de outubro de 2011

Por Daniel Mescouto do @PAsempreGRANDE
Carreata FRENTE contra a Criação do Estado de Tapajós hoje foi um Sucesso.

Divulgada: atravéis das Redes Sociais. Twitter,FaceBook enfim.

Iniciou as 09h00 da manhã com saida da Praça Amazonas, passando pelas ruas Roberto Camelier, Alcindo Cacela, Padre Euitíquio com finalização na Praça Batista Campos. 

Participaram: Taxista e simpatizantes individuais que levaram seus veículos para Dizer um NÃO e NÃO bem grande! 
Por onde a Carreata passava chamava a atenção de vários curiosos que corriam atrás dos Matériais contra a divisão. 

Foram distribuídos : Adesivos para a População, pequenos banners para colocar na frente das Residências e Bandeiras para os Motoristas que paravam os carros para pegar.


Veja as Fotos de Reia Lemos









E é claro que eu "Daniel Mescouto" não poderia faltar nessa Carreata que mostra de fato a força dos Paraenses na luta contra os Separatistas. 
"Dizer Não a Divisão do Pará e Dizer Não ao Desmatamento e Principalmente a Nossa Cultura" 

Por isso eu digo bem Alto Pará Sempre Grande @PAsempreGRANDE sigam!

sábado, 15 de outubro de 2011

Não perca este vídeo : 

A garota que calou o mundo por 6 minutos - Eco 92 Legendado


"Ela disse tudo, por todos" Daniel Mescouto.













                                                          Assista o Vídeo Abaixo!


Vídeo do YouTube. 

O novo logo da reciclagem que entrará em sua vida

Acesse e Saiba Mais: http://mudadeideia.com/

Veja o Vídeo Abaixo





segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Aumenta a Reciclagem da PET no Brasil



O Brasil é um dos maiores recicladores de PET do mundo. O total reciclado no ano passado representa um aumento de 7,6% em relação a 2009. Mas ainda há muito a ser melhorado:  hoje, apenas 17,8% das cidades brasileiras possuem serviço de coleta seletiva. Além disso, o estudo defende que o país deve disseminar a cultura da separação do lixo.

Os benefícios

Indústria automotiva e de transportes – tecidos internos (estofamentos), carpetes, peças de barco;
Pisos – carpetes, capachos para áreas de serviços e banheiros;
Artigos para residências – enchimento para sofás e cadeiras, travesseitros, cobertores, apetes, cortinas, lonas para toldos e barracas;
Artigos industriais – rolos para pintura, cordas, filtros, ferramentas de mão, mantas de impermeabilização;
Embalagens – garrafas, embalagens, bandejas, fitas;
Enfeites – têxteis, roupas esportivas, calçados, malas, mochilas, vestuário em geral;
Uso químico – resinas alquídicas, adesivos.

A Política Nacional dos Resíduos Sólidos
A Lei também  define que o Brasil deverá estar livre dos lixões a céus abertos até 2014. Victor Bicca, presidente do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) defende: “A lei consagra no Brasil o viés social da reciclagem, ao reforçar o papel das cooperativas de catadores como agentes da gestão do lixo, com acesso a apoio financeiro, podendo também fazer a coleta seletiva nos domicílios”.

FONTES:



O projeto, elaborado pelo estudante cabo-verdiano Juvenal Rocha Dias, tem o custo mais baixo e poderá ser útil em locais onde a água potável não é tão abundante. Denominado “Coluna de Dessalinização”, o sistema funciona como um filtro, movido à energia eólica e gravitacional. Segundo Eliane Fadigas, professora da instituição e orientadora do estudo, os gastos iniciais com a instalação do sistema serão compensados em longo prazo. “O governo vai poder redirecionar o dinheiro que era utilizado para outras necessidades, ligadas também à população”, afirma.

E não para por aí: de acordo com Dias, a tecnologia pode ser aplicada na despoluição de rios e riachos. Além disso, as outras etapas do processo também foram elaboradas pelos pesquisadores: “ao idealizar o sistema, pensamos não só na questão dos gases poluentes, mas também onde poderíamos depositar o sal retirado da água. Esse ‘resto’ pode ser, por exemplo, devolvido para o mar de uma forma controlada”.



FONTES:



GEOMAP

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