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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

"Eu @DanielMescouto estou fazendo o curso a longa distância do ODM e é claro que não posso faltar na 4ª Edição do ODM Brasil, já me inscrevi e estarei lá e você?."


 
O Governo Federal, por meio da Secretaria Geral da Presidência da República, O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade e o Núcleo “Nós Podemos Pará”, tem o prazer de Convidá-lo para participar do Seminário Estadual de Lançamento da 4ª.Edição do Prêmio ODM Brasil, que foi criado em 2004 para incentivar e reconhecer ações, programas e projetos desenvolvidos pelas prefeituras e por organizações da sociedade civil, que contribuam para o alcance dos Objetivos do Milênio.


Participe deste grande esforço humanitário e veja como o seu trabalho pode contribuir para ajudar o Brasil a alcançar os Objetivos do Milênio até 2015. Veja aqui o convite e programação do seminário.


As inscrições online poderão ser realizadas até 21/09/2011 neste endereço www.gade.org.br/inscricao. As demais apenas no dia do evento. Haverá emissão de certificados (carga complementar de 8h).

___________________
Data: 22/09/2011 – Quinta-Feira
Horário: 09h – 15h
Local: Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA)
Tv.Quintino Bocaiúva, 1588, Nazaré (Auditório Albano Franco)

Fonte: www.gade.org.br/inscricao

A ideia é comprar resíduos de países do norte e do leste da Europa, como Alemanha e Polônia, para dar conta da capacidade total da usina.

Por Sabine Righetti, jornalista e viajou a convite do Consórcio do Clima da Dinamarca

A produção de biogás e outros produtos a partir de lixo está dando tão certo na Dinamarca que o país deve importar resíduos a partir de 2016.
Nesse ano ficará pronta uma nova usina de processamento de lixo da cooperativa Amagerforbrænding, hoje a segunda maior do país.
A ideia é comprar resíduos de países do norte e do leste da Europa, como Alemanha e Polônia, para dar conta da capacidade total da usina.
Hoje, a Dinamarca processa 100% do lixo que produz em empresas privadas e em cooperativas sem fins lucrativos (esse é o caso da Amagerforbrænding).
A população separa o lixo em casa e também leva os recicláveis até postos de troca.
“Os dinamarqueses estão bastante acostumados a trocar garrafas de plástico e latas de alumínio por moedas”, disse à Folha a ministra do Clima e Energia da Dinamarca, Lykke Friis.
A Amagerforbrænding processou no ano passado cerca de 400 mil toneladas de lixo, ou 400 caminhões carregados todos os dias.

Editoria de Arte/Folhapress


ADEUS AOS FÓSSEIS
O tratamento de lixo reduz a emissão de CO2, principal gás do aquecimento global.
Além disso, no caso da Dinamarca, o biogás produzido a partir do lixo substitui os combustíveis fósseis que seriam usados para aquecimento das casas.
De acordo com Vivi Nør Jacobsen, da cooperativa, 4 kg de lixo processados na usina equivalem a 1 l de óleo para aquecimento das casas.
“A atividade da usina está dentro da proposta do governo de acabar com o uso de combustíveis fósseis no país até 2050″, explica Jacobsen.
A Amagerforbrænding também tem uma proposta de aproximar o processamento do lixo da sociedade.
A nova fábrica será em Copenhague, assim como a atual, que é de 1970 e se destaca por ser limpa e colorida.
A diferença é que a usina que será inaugurada ficará ainda mais perto do palácio real dinamarquês e funcionará como um espaço público, tendo até pista de esqui.
“Queremos mostrar que uma usina de processamento de lixo não precisa ser feia e fedida”, explica Jacobsen.
No Brasil, algumas iniciativas de reciclagem funcionam bem. Por exemplo, quase todas as latinhas de alumínio são recicladas no país.
Os lixões a céu aberto continuam predominando no Brasil pelo menos até 2014.
Esse é o prazo final estipulado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada no ano passado, para que todos os lixões sejam completamente fechados.
O objetivo é ter aterros sanitários para os resíduos que não possam ser tratadas – e reaproveitar o restante.


Editado por Daniela Kussama

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

                Convencido de que a participação da sociedade civil no debate do Código Florestal será decisiva para criar uma legislação mais justa, Tasso Azevedo, consultor ambiental e conselheiro do Planeta Sustentável, reforça a importância da campanha #FlorestaFazADiferença para esclarecer as dúvidas dos cidadãos sobre o tema e comemora o adiamento da votação do PL na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado

                                                                Luciana de Francesco
                                                                                                                                            CÓDIGO FLORESTAL
"O interesse e a participação da sociedade nas discussões sobre o Código Florestal são importantíssimos para que consolidemos uma Lei que concilie a preservação ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais. Neste momento, o debate é que precisa da sociedade e não o contrário", disse, categórico, Tasso Azevedo, engenheiro florestal, consultor do Ministério do Meio Ambiente e conselheiro do nosso movimento, em entrevista exclusiva. Para ele, a informação é uma das principais aliadas da sociedade na busca por uma legislação ambiental mais justa.

Justamente por pensar assim é que, nesta terça-feira, 13/09, o especialista participou de bate-papo online, promovido pela campanha #FlorestaFazADiferença, em que esclareceu dúvidas dos internautas sobre o Código Florestal e comentou, em tempo real, a audiência pública que ocorreu no Senado e reuniu as quatro comissões da Casa responsáveis pela análise do Projeto de Lei 30/2011, aprovado em maio deste ano pela Câmara dos Deputados, que prevê a reforma do Código Florestal brasileiro.

"Aproveitamos a reunião do Senado para promover uma maratona de informações para a sociedade, procurando destrinchar este assunto tão complexo, até mesmo para os especialistas", explicou Tasso, que ainda acrescentou: "A experiência foi bem-sucedida e pudemos, inclusive, rebater em tempo real uma série de argumentos mentirosos que costumam ser repetidos à exaustão por alguns representantes nas reuniões oficiais".

Para o especialista, o balanço da audiência pública foi positivo, já que os membros das Comissões abordaram, durante a reunião, três pontos cruciais para a melhoria do PL 30/2011:
- a retroatividade do Projeto, que em seu texto atual absolve de multa os produtores rurais que desmataram APPs - Áreas de Proteção Permanente e Reservas Legais, antes de julho de 2008;
- a necessidade de incluir, com clareza, no texto do PL os principais objetivos da legislação, para facilitar a sua fiscalização e avaliação no futuro e
- a participação dos Estados na regularização do uso das APPs.

"Deixar para os Estados a responsabilidade da regularização não será positivo. A Lei deve deixar claro a que veio, ou seja, ela deve ser a reguladora da situação. Isso não cabe ao Executivo ou ao Judiciário, mas sim à União. A Lei define o que deve ser feito e, então, os Estados estudam a melhor maneira de cumpri-la, de acordo com suas especificidades. Por exemplo, o tempo e o tipo de recuperação ideal para uma APP que foi ocupada indevidamente, varia de local para local", afirmou o consultor. "Felizmente, essa questão foi bastante discutida na audiência pública e, inclusive, foi uma das responsáveis pelo adiamento da votação do PL na CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, que estava marcada para esta quarta-feira (14/09)", completou.

Em sua opinião, protelar a votação na CCJ para a próxima semana foi uma decisão "absolutamente positiva". Isso porque a reforma do Código Florestal é um assunto bastante complexo, que deve ser debatido à exaustão antes de qualquer decisão ser tomada. "A posição da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania é ainda mais importante, uma vez que ela é a primeira a votar o tema e é inevitável que a decisão de uma Comissão acabe influenciando as demais", alertou.

MAIS SOBRE O CÓDIGO FLORESTAL 
O bate-papo online promovido pela campanha #FlorestaFazADiferença foi, apenas, o primeiro de uma série que está sendo planejada pela equipe do movimento, formado por cerca de 140 ONGs brasileiras. 

Tasso Azevedo contou que o resultado da conversa online foi tão positivo que a iniciativa pretende realizar outras conversas no mesmo formato, para tirar dúvidas dos interessados a respeito do Código Florestal e, ainda, comentar o desempenho das Comissões nas audiências públicas do Senado.

Os bate-papos serão conduzidos pelo próprio consultor e, também, por outros especialistas no tema, também associados da campanha. Acompanhe, aqui no site do Planeta Sustentável, as datas dos próximos eventos promovidos pelo movimento. 

Fonte: Débora Spitzcovsky - Edição: Mônica Nunes
Planeta Sustentável - 15/09/2011
                           

Ao transformar fraldas e outros produtos de higiene absorventes em novos materiais, central no Reino Unido deve evitar a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano

                                                         inottawa/Creative Commons
                                                                                                                                                menos emissão 
Salvação para as mães modernas, as fraldas descartáveis se acumulam aos montes nos aterros das grandes cidades e dão "dor de cabeça" para o meio ambiente. Pensando nisso, algumas empresas pelo mundo estão buscando soluções para esse problema. É o caso da canadense Knowaste, que inaugura hoje a primeira usina de reciclagem de fraldas descartáveis do Reino Unido.


De acordo com o jornal britânico The Guardian, a instalação, que também irá reciclar produtos de higiene feminina e de incontinência para adultos, é a primeira das cinco previstas ao longo de quatro anos para o país. Especializada em reciclagem de resíduos de produtos de higiene absorventes, a empresa prevê que a nova central vai evitar a emissão de 22 mil toneladas de CO2 por ano.

Cerca de três bilhões fraldas descartáveis são usadas no Reino Unido anualmente, volume responsável por metade dos resíduos de produtos absorventes gerados no país. A maior parte disso tem como destino os aterros sanitários.

A proposta da Knowaste é recolher os produtos de higiênie absorventes usados, esterilizar o plástico e as fibras que os compõem e então transformá-los em em novos produtos, como madeira plástica, telhas e novos materiais de absorção.

Em entrevista ao site BusinessGreen, o diretor executivo da Knowaste, Aroy Brown, afirmou que com a instalação das três plantas subsequentes até 2015, o Reino Unido deve deixar de emitir 110 mil toneladas de gases de efeito estufa por ano.

 Fonte: Vanessa Barbosa
Exame - 13/09/2011

          "Onda emitida pelo Sol pode causar destruição em massa de equipamentos eletrônicos - e levar a um caos tecnológico                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      ©Nasa


   Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer - e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética - que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.

"O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares", diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência - em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas.

Bruno Garattoni
Revista Superinteressante – 08/2010

Fonte: Planeta Sustentável  Editora: Abril 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O guia preguiçoso da sustentabilidade

Joana Resek

"Atitudes simples e algumas vezes despretensiosas podem ajudar a frear a atual destruição do meio ambiente." Que tal? 

  Se não fizermos nada para desacelerar o atual processo de degradação ambiental, vamos comprometer - e muito - a vida dos nossos filhos. Isso é fato. Mas, afinal, será que existe algo que cada um de nós possa fazer para colocar um freio nessa história? Sim. E para isso não precisa ser um "verde de carteirinha". É isso que mostramos a seguir: como ajustes sutis no dia a dia podem ter um impacto positivo maior do que se imagina.

QUAL A PROCEDÊNCIA DO QUE VOCÊ COMPRA?

De nada adianta trocar sacolas plásticas por uma "ecobag" se ela for feita no Vietnã. "Será que o custo energético do transporte não anularia o benefício de sua utilização?", pergunta a jornalista Amélia Toledo, que pesquisa as relações entre design, inovação e sustentabilidade. Todos os materiais têm prós e contras, explica ela. "O vidro é 100% reciclável. Mas é pesado e a logística de reutilização exige alto consumo de água e energia. O plástico é retirado de matérias-primas não renováveis, mas seu processo de produção não gera resíduos." Para escolher entre produtos, ela recomenda adotar um conjunto de critérios que inclua durabilidade e adequação ao uso. "Design sustentável é aquele que usa menos matéria-prima, processos industriais e energia."

TUDO BEM DEIXAR O CARRO EM CASA ÀS VEZES?

Manter o carro em ordem para evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono é lei. Deixá-lo em casa nos trajetos servidos por ônibus ou metrô, ainda que apenas fora dos horários de pico, é melhor ainda. "Em termos de impacto ambiental, usar o transporte coletivo não se compara a tirar o carro da garagem, pois o ônibus e o metrô já circulam regularmente", diz o engenheiro florestal e consultor ambiental Tasso de Azevedo.

XÔ, DESCARTÁVEIS!

Coador de pano, sacola de pano. Introduzi-los em sua rotina não requer nenhuma grande mudança. Melhor, você produz menor quantidade de lixo. E isso sim é uma senhora mudança. Vale lembrar que, no trabalho, desconsidere os copos descartáveis. Vá de caneca. É muito mais charmoso e bem menos nocivo para o meio ambiente.

REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA E ENERGIA... SIM! É POSSÍVEL

Regrinhas fáceis para reduzir o consumo de luz e água em casa: mantenha as instalações elétricas em dia; escolha eletrodomésticos certificados; use ferro a vapor, mais econômico, e acumule roupas para passar de uma vez só; instale a geladeira longe de fontes de calor, como o fogão, que a fazem trabalhar mais; pinte as paredes de cores claras, que refletem luz; mantenha luminárias e lustres limpos, para evitar perda de luminosidade; use lâmpadas fluorescentes ou de vapor de sódio; desligue o monitor do computador quando parar de trabalhar; ensaboe toda a louça antes de ligar a torneira elétrica; faça xixi no banho.

SABE AQUELA FRUTA DA ESTAÇÃO? É A ESCOLHA MAIS SÁBIA

Transportar alimentos por longas distâncias gera mais poluição do que trazê-los de perto; manter comidas em freezer ou estufa consome mais energia do que conservar alimentos frescos por poucos dias. Logo, dar preferência aos frutos da época e alimentos produzidos no cinturão de sua cidade são maneiras simples de contribuir para a redução da poluição atmosférica. De quebra, você ajuda a garantir a sobrevivência de pequenos produtores e comerciantes, que perderam espaço nas últimas décadas para as grandes redes de varejo. 

Fonte: Planeta Sustentavel

domingo, 4 de setembro de 2011

Dia da Amazônia



"Fazer parte da Amazônia é um motivo de orgulho, poder estar lado a lado com a Natureza e com tamanha Biodiversidade nos enche de alegria, por isso nesse dia tão especial "Dia da Amazônia" o blog nosso meio ambiente se antecipa e dar um Viva a Amazônia!! Sinta-se em ar puro dependente mente de onde você mora e leve uma Saudação Ambiental da nossa Região Amazônica."


                                                                                   Estamos de olho no que é nosso!


 
No dia 5 de setembro comemora-se o dia da Amazônia, a maior floresta do mundo.
A extensão da floresta amazônica abrange, além dos estados brasileiros do Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, área do Mato Grosso, outros países da América do Sul, como: Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.
A área da floresta representa dois quintos da América do Sul e a metade do território brasileiro. Além disso, concebe um quinto das águas doces do mundo, sendo a maior bacia hidrográfica do planeta, com extensão de sete milhões de quilômetros. Os principais rios que formam a bacia são, além do Amazonas, os seus afluentes: Negro, Trombetas e Japurá – à esquerda; e Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá à margem direita.
A Amazônia deve ser preservada, pois é a maior reserva natural do planeta e proporciona o equilíbrio ambiental do mundo.
Sua biodiversidade é muito grande, com espécies animais, vegetais e minerais que formam um ecossistema autossutentável. Pesquisas calculam que em suas riquezas existam cerca de cinco milhões de espécies de plantas, mil e cem espécies de aves; duzentas e cinquenta, de mamíferos; e duas mil, de peixes.
A vegetação da Amazônia é composta por três tipos de matas: a de igapó, de solo inundado; a de várzea, com inundações somente em algumas épocas do ano; e a de terra firme, com solo seco e árvores que alcançam 65 metros.
O clima da região é quente e úmido, com chuvas abundantes o ano todo.
A seringueira é uma das espécies vegetais mais importantes da região, em razão da extração da matéria prima para a produção da borracha, o látex, que é até hoje uma das principais extrações feitas, juntamente com a castanha-do-pará e do guaraná.
Várias espécies vegetais podem ser aproveitadas por indústrias de fabricação de medicamentos e cosméticos, aumentando a economia produtiva do país.
A EMBRAPA – empresa brasileira de pesquisa agropecuária - iniciou em 1990 um trabalho sobre recursos genéticos e a biotecnologia, a fim de organizar a distribuição da heterogeneidade das espécies vegetais da região. Foram levantadas mais de 3.500 espécies, sendo classificadas em gênero e família.
Atualmente, os problemas mais sérios que a Amazônia vem sofrendo são os desmatamentos de suas árvores para o contrabando de madeiras; a caça e a pesca, predatórias, que tem causado a extinção de várias espécies animais; e as disputas de terra.
Pessoas influentes da televisão têm lutado para a preservação da floresta amazônica, através da coleta de assinaturas para que seja feita modificação na Constituição Federal do país, no que diz respeito à preservação da floresta. Através do projeto “Amazônia para Sempre”, buscam junto aos nossos governantes “a interrupção imediata do desmatamento da floresta amazônica.” Você também pode participar!
Com tantas riquezas, a Amazônia tornou-se interesse de grandes potências do mundo. Alguns países têm publicado em seus livros de geografia que a floresta é parte do patrimônio mundial, o que não é verdade. A Amazônia pertence ao território brasileiro e não podemos deixar que outras nações retirem o que é nosso.


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

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